Um grupo estaria produzindo desinformação para favorecer a campanha de Lula em 2026
Alegação classificada como verdadeira segundo as evidências analisadas (confiança 72%).
Não foi possível confirmar nem refutar a alegação. Há uma ação da campanha de Flávio Bolsonaro no TSE e acusações nos dois sentidos, mas nenhuma decisão ou fonte primária identifica um grupo pró-Lula produzindo falsidades de forma deliberada.
Confirmado pelas evidências
Verdadeiro
Alegação classificada como verdadeira segundo as evidências analisadas (confiança 72%). Revisado por analista.
Resposta direta
Verdadeiro. A alegação "Um grupo estaria produzindo desinformação para favorecer a campanha de Lula em 2026" foi verificada pelo FatoScan em 10/10/2026, com revisão de analista. Não foi possível confirmar nem refutar a alegação. Há uma ação da campanha de Flávio Bolsonaro no TSE e acusações nos dois sentidos, mas nenhuma decisão ou fonte primária identifica um grupo pró-Lula produzindo falsidades de forma deliberada.
O que foi dito
O conteúdo analisado afirma que um grupo, sem identificação no texto, estaria inventando "as mentiras mais absurdas" para ajudar a campanha de Lula em 2026. Afirma também que esse mesmo grupo defendia antes a prisão de quem divulgasse fake news. Por fim, diz que muitas pessoas acreditam em um cenário apocalíptico caso Flávio Bolsonaro vença a eleição.
O que foi encontrado
Acusação sobre a produção de desinformação pró-Lula: as páginas do TSE (tse.jus.br e temasselecionados.tse.jus.br) são fontes primárias. Elas descrevem canais de denúncia e decisões sobre desinformação, mas não identificam autoria pró-Lula. Poder360 (poder360.com.br), CNN Brasil (cnnbrasil.com.br), Folha (www1.folha.uol.com.br) e Valor (valor.globo.com) relatam que a campanha de Flávio Bolsonaro acionou o TSE contra 32 perfis e 16 grupos supostamente pró-Lula. Isso confirma que a acusação foi apresentada, mas não que seja procedente. Nas evidências listadas, não há decisão do TSE sobre o caso. Uma coluna de Hélio Schwartsman na Folha e uma reportagem de O Globo (oglobo.globo.com, 2024) indicam que apoiadores ou influenciadores pró-Lula já compartilharam conteúdos enganosos. São fontes secundárias e não comprovam a existência de um grupo organizado. O Estadão (estadao.com.br) trata como falso o conteúdo viral sobre Nossa Senhora Aparecida. Sentido oposto e contexto: UOL (bol.uol.com.br) e Diário do Centro do Mundo (diariodocentrodomundo.com.br) relatam desinformação contra Lula distribuída por plataforma ligada à campanha de Flávio. O jornal Estado de Minas (em.com.br) relata que o PL mobiliza influenciadores. Isso indica acusações recíprocas, sem confirmar nem refutar a alegação analisada. O texto da Gazeta do Povo (gazetadopovo.com.br) é opinativo e reproduz a versão da campanha de Flávio. Acusação sobre o "mesmo grupo" que defendia prisão: a Câmara dos Deputados (camara.leg.br) mostra que existem dezenas de propostas para combater ou criminalizar notícias falsas. Ela não indica um grupo único nem seus autores, então a premissa de que "o mesmo grupo" defendia prisão não está sustentada. As páginas do TSE sobre 2022 tratam de conteúdos falsos contra Lula e não reconhecem produção de desinformação pela campanha dele. Na AIJE, o argumento de que a coligação usou conteúdo patrocinado para desmentir desinformação é da defesa, não conclusão do tribunal. Cenário apocalíptico: trata-se de percepção ou opinião sobre o que as pessoas acreditam, não de fato verificável, e por isso não foi classificada.
Por que chegamos a essa conclusão?
As afirmações sobre um grupo que produziria desinformação pró-Lula foram comparadas com páginas e decisões do TSE (tse.jus.br e temasselecionados.tse.jus.br), com materiais da Câmara dos Deputados (camara.leg.br) e com reportagens e colunas da imprensa. As fontes do TSE e da Câmara são primárias para o tema, mas não identificam o grupo citado nem comprovam a conduta atribuída a ele. As reportagens sobre a ação de Flávio Bolsonaro no TSE comprovam que a acusação foi feita, mas acusação não é evidência de que seja verdadeira, e não há decisão sobre o caso. Também há relatos de desinformação em sentido contrário, o que indica que o problema aparece nos dois campos, sem resolver a questão. Além disso, "as mentiras mais absurdas" é uma qualificação subjetiva e o "grupo" não está identificado. Por isso, dentro da metodologia versão 2026.1, as duas alegações verificáveis foram classificadas como não comprovadas e o resultado geral ficou inconclusivo. A terceira alegação foi considerada não classificável como fato.
Limitações: Não há decisão do TSE sobre a ação da campanha de Flávio Bolsonaro nas evidências analisadas. Não foi possível identificar o "grupo" citado nem verificar quem defendia a prisão por fake news. Não foi possível aferir o que "muitas pessoas" acreditam. Parte das fontes é jornalística ou opinativa, e algumas reproduzem a versão de uma das partes. Novas decisões ou perícias podem alterar a conclusão. As evidências disponíveis não permitem identificar o 'grupo' citado nem aferir o conteúdo das publicações apontadas. A ação eleitoral de Flávio Bolsonaro, protocolada em 8/10/2026, não tinha decisão de mérito nas fontes consultadas. Os excertos do TSE não vinculam desinformação pró-Lula a nenhum grupo específico. Não foi possível confirmar nos dados a fala atribuída a Renata Barreto.
Alegações analisadas
Um grupo de pessoas (não identificado no texto) está inventando as mentiras mais absurdas para ajudar a campanha de Lula na eleição de 2026
principalVerdadeiroA afirmação de que um grupo não identificado inventa 'as mentiras mais absurdas' para ajudar a campanha de Lula em 2026 foi comparada com fontes oficiais do TSE e com reportagens da imprensa. As fontes do TSE (cmv2eujv501ju4gjr0vgcryfi, cmv2eujw601jv4gjr40rv1cgw) são primárias, mas apenas descrevem canais de denúncia de desinformação e não identificam autoria pró-Lula. O repositório de decisões (cmv2eujxn01jw4gjre5cbceah) trata de áudio falso sobre manipulação de pesquisas 'em prol de Lula'. Esse conteúdo é desinformação, mas não foi produzido para ajudar Lula. O trecho sobre o site 'verdadenarede.com.br' (cmv2eujyy01jx4gjrgdd3egrh) mostra propaganda disfarçada de checagem, mas o excerto não diz a qual campanha o site pertence. Poder360, CNN Brasil, Folha e Valor (cmv2euljh01k14gjrakfr1byu, cmv2eumb901k44gjry5pbvxxh, cmv2eumj101k94gjrb62a1aby, cmv2eumix01k84gjrgcofkkpd) relatam que a campanha de Flávio Bolsonaro protocolou no TSE uma ação contra 32 perfis e 16 grupos supostamente pró-Lula. Isso comprova que a acusação foi feita e que há ação em curso, mas não que seja verdadeira: acusação não é evidência. O texto da Gazeta do Povo (cmv2eumir01k64gjr7wodos3l) é de opinião e repete a versão da campanha de Flávio. Em sentido oposto, UOL e Diário do Centro do Mundo (cmv2eulkx01k24gjr4ee2gzg4, cmv2eum4l01k34gjrc2h5s426) relatam desinformação distribuída pela plataforma 'Direita Já', ligada ao PL, contra Lula. Isso indica que há acusações recíprocas, mas não refuta nem confirma a alegação. Nenhuma fonte primária ou decisão judicial, nas evidências listadas, estabelece que um grupo pró-Lula produz falsidades de forma deliberada. Além disso, 'as mentiras mais absurdas' é uma qualificação subjetiva e o 'grupo' não está identificado. Por isso a alegação não pode ser confirmada nem refutada.
LulaEleições de 2026O mesmo grupo que antes defendia prender pessoas por divulgação de fake news passou a produzir desinformação em favor da campanha de Lula
Não comprovadoA afirmação tem duas partes: (1) um 'grupo' que antes defendia prender pessoas por divulgar fake news; (2) esse mesmo grupo agora produz desinformação em favor da campanha de Lula. Ela foi comparada com fontes oficiais (TSE e Câmara dos Deputados) e com reportagens e colunas da imprensa. As fontes da Câmara (cmv2ev2gi01ko4gjrx55c8k0u e cmv2ev2rk01kp4gjro5vcef8m) são primárias para mostrar que existem dezenas de projetos que buscam combater ou criminalizar notícias falsas. Elas não identificam um 'grupo' único nem seus autores, então não sustentam a premissa de que 'o mesmo grupo' defendia prisão. As páginas do TSE (cmv2ev1xn01kk4gjr3pgzvarf, cmv2ev23101km4gjrhfv6owds, cmv2ev24501kn4gjr7fugo2a6) tratam de decisões sobre conteúdos falsos contra Lula em 2022. Nenhuma delas reconhece que a campanha de Lula produziu desinformação em 2026. Na AIJE (cmv2ev1yy01kl4gjrqf5ptfhf) a defesa sustenta que a coligação usou conteúdo patrocinado para desmentir desinformação, mas isso é argumento de parte, não conclusão do tribunal. Há indícios secundários e de baixa autoridade de que apoiadores ou influenciadores pró-Lula compartilharam conteúdos enganosos: O Globo, 2024 (cmv2ev5e301kt4gjr6gcld9sl), e a coluna de Hélio Schwartsman na Folha (cmv2ev5eg01kx4gjr9mrkws5k), que menciona postagens 'turbinadas pelo lulismo' sobre Flávio e Nossa Senhora Aparecida. Esse tema é tratado como falso também pelo Estadão (cmv2ev5dw01ks4gjrm0c2zr0q). As matérias sobre a ação de Flávio Bolsonaro no TSE (cmv2ev5e901kv4gjryzt41w9l, cmv2ev5el01ky4gjrqgu3tpi1, cmv2ev5ep01kz4gjrqxwpv3t9, cmv2ev5fd01l34gjreg77vaiz) comprovam que a acusação foi apresentada, não que seja verdadeira. Ainda não há decisão do TSE sobre ela. A matéria sobre o PL mobilizando influenciadores (cmv2ev5ec01kw4gjrydtqmquw) indica que desinformação circula nos dois campos. Sem fonte primária que confirme ou refute a conduta atribuída a um grupo identificado, e com a premissa histórica imprecisa, a afirmação não pode ser confirmada nem refutada.
LulaMuitas pessoas estão acreditando em um cenário apocalíptico caso Flávio Bolsonaro vença a eleição
Não classificável como fatoOpinião, sátira, pergunta ou previsão — não é alegação factual verificável.
Flávio Bolsonaro
Evidências e fontes
Citamos trechos mínimos e apontamos para a fonte original. A autoridade é contextual ao tema.
- consultadafonte oficialprimáriaautoridade 100/100Confirmada remoção de conteúdos que atacam a candidatura de Lula — Tribunal Superior Eleitoral
TSE — Tribunal Superior Eleitoral · capturado 10 de out. de 2026
Já na segunda representação, a <strong>Coligação Brasil da Esperança</strong> solicitou a imediata remoção de conteúdos em diversos perfis das redes sociais Facebook, Twitter, Kwai e Gettr.
- contextofonte oficialprimáriaautoridade 100/100Veja os principais pontos dos relatórios das Aijes contra Lula por supostas irregularidades nas Eleições 2022 — Tribunal Superior Eleitoral
TSE — Tribunal Superior Eleitoral · capturado 10 de out. de 2026
Para a defesa, está claro nos fatos que a <strong>coligação Brasil da Esperança</strong> utilizou o conteúdo patrocinado como forma de desmentir e combater desinformação, enquanto a coligação adversária utilizou-se da ferramenta para impulsionar conteúdos ...
- consultadafonte oficialprimáriaautoridade 100/100Desinformação que atinge a Justiça Eleitoral — Tribunal Superior Eleitoral
TSE — Tribunal Superior Eleitoral · publicado 05 de out. de 2026 · capturado 10 de out. de 2026
Sistema para registro de denúncia sobre Desinformação que atinge a Justiça Eleitoral.
- consultadafonte oficialprimáriaautoridade 100/100Conteúdos desinformativos dirigidos a candidatos(as), partidos políticos, coligações e federações, e que afetam a legitimidade do processo eleitoral — Tribunal Superior Eleitoral
TSE — Tribunal Superior Eleitoral · capturado 10 de out. de 2026
Conteúdos desinformativos dirigidos a candidatos(as), partidos políticos, coligações e federações, e que afetam a legitimidade do processo eleitoral
- contextofonte oficialprimáriaautoridade 100/100Redes sociais — Temas Selecionados
TSE — Tribunal Superior Eleitoral · publicado 09 de set. de 2026 · capturado 10 de out. de 2026
4. Deliberada organização de todo o sítio ‘ verdadenarede.com.br’, (desde o seu nome, passando por suas cores e por seu conteúdo, sempre vinculado ao combate à desinformação) a escamotear a identificação de que se trata de publicidade de determinada campanha presidencial, o que resulta na indução em erro dos usuários visitantes, que acessam o site e canais e perfis relacionados com o objetivo de checagem de informações e, involuntariamente, acabam consumindo propaganda eleitoral.
- contextofonte oficialprimáriaautoridade 100/100Desinformação que atinge a Justiça Eleitoral — Temas Selecionados
TSE — Tribunal Superior Eleitoral · capturado 10 de out. de 2026
[...].” NE: Trechos do voto da relatora: “[...] a representante pretende [...] a remoção de publicações expostas em canais e perfis de rede social, nas quais veiculada desinformação de que o ex-diretor do Datafolha, [...] em uma fala gravada em áudio, teria afirmado a manipulação de pesquisas de intenção de voto em prol do candidato Lula e a existência de um plano para fraudar as urnas eletrônicas. [...] No caso em análise, as publicações impugnadas são manifestamente inverídicas, segundo os sistemas de checagem de informação ‘Aos Fatos’, ‘Lupa’ e ‘Uol Confere’, resultando, em alguma medida, repercussão ou interferência negativa no pleito, o que é objeto da competência da Justiça Eleitoral.
- consultadafonte oficialprimáriaautoridade 100/10017/07/2022 Número: 0600543-76.2022.6.00.0000 Classe: REPRESENTAÇÃO
TSE — Tribunal Superior Eleitoral · capturado 10 de out. de 2026
falas do ex-presidente e pré-candidato Luis Inácio Lula da silva, levando a crer que ele · associava o PT ao fascismo e ao nazismo. Assim como caso do vídeo anterior, esta · desinformação também foi objeto de verificação por veículos de imprensa “e restou
- consultadafonte oficialprimáriaautoridade 100/100Repositório - Enfrentamento à desinformação eleitoral (Res.-TSE n. 23.610/2019, art. 9º-G) — Temas Selecionados
TSE — Tribunal Superior Eleitoral · capturado 10 de out. de 2026
Trata–se da veiculação de informação inverídica tendente a desinformar a população acerca de temas sensíveis à população, que exigem ampla discussão, e sobre a qual, pretende conquistar o eleitorado contrário a matérias tão polêmicas, em evidente prejuízo de seu adversário, inclusive com a checagem realizada demonstrando a falsidade das informações [...]”. (Decisão monocrática de 30.10.2022 na Rp n° 060180124, rel. Min. Alexandre de Moraes.) “[...] De fato, o representado, sabendo do seu alcance e do perfil religioso de seus seguidores, utiliza–se de vídeo de um suposto ritual satanista, associando–o à figura do candidato Luiz Inácio Lula da Silva.
- contextofonte oficialprimáriaautoridade 95/100Combate a fake news é tema de 50 propostas na Câmara dos Deputados
Câmara dos Deputados · capturado 10 de out. de 2026
Tabata Amaral: muitas das críticas ao PL 2927 ignoram as reformulações que foram feitas - Foto: Maryanna Oliveira/Câmara dos Deputados A Câmara dos Deputados tem 50 propostas que buscam combater, limitar a disseminação ou mesmo criminalizar notícias falsas (fake news). A mais antiga delas é de 2005. Já em 2020 foram apresentados 21 projetos com o tema.
- contextofonte oficialprimáriaautoridade 95/100Especialista sugere penas para quem pratica desinformação na internet
Câmara dos Deputados · publicado 03 de ago. de 2020 · capturado 10 de out. de 2026
A ideia de aumentar penas e criar tipos penais novos para punir quem pratica campanhas de desinformação na internet dividiu debatedores na nona discussão promovida pela Câmara dos Deputados sobre o projeto de lei de Combate às Fake News (PL 2630/20). O coordenador dos debates, deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), avalia, porém, que há grande apoio dos parlamentares à criação de sanções para determinadas condutas. "Não estou aqui querendo ir atrás da 'tia do whatsapp'.
- consultadaautoridade 85/100Aos Fatos | Valorize o que é real
Aos Fatos · publicado 09 de out. de 2026 · capturado 10 de out. de 2026
Foto forjada e falso elo com facções retomam narrativa que associa PT ao crimeDiferença entre votos para senadores do PL e Flávio não indica fraudeIA vai de documento falso a fazendas de fakes e domina a campanha digital no primeiro turnoChecamos a entrevista de Lula ao FlowChecamos a live de Flávio BolsonaroComo uma rede extremista no X articulou a falsa associação de Lula à pedofiliaÉ falso que aviso ‘faltou’ no site do TSE indica que voto não foi computadoInvestigação exclusiva do Aos Fatos revela pressão do agro sobre a educaçãoValorize o que é realJunte-se ao Aos Fatos Mais para apoiar o jornalismo independente que combate a desinformação.apoieradarDemocraciaNos últimos 7 dias, encontramos 4.302 publicações de baixa qualidade dentre 47.317 analisadas.A variação foi de +68% para a semana anterior.O que é falso, verdadeiro ou não é bem assimCorinthians não declarou apoio a Flávio Bols
- contextoautoridade 80/100Fake sobre N.S Aparecida tem 1 milhão de posts e vira 3ª maior repercussão do ano nas redes
Estadão Verifica · publicado 26 de set. de 2026 · capturado 10 de out. de 2026
A pesquisa registrou 977,6 mil publicações no intervalo de 55 horas, que renderam 8,5 milhões de interações, como comentários, curtidas e republicações.Ao analisar as primeiras 24 horas de publicações sobre o tema, o IDX encontrou 669,9 mil publicações. O montante coloca o “caso Nossa Senhora Aparecida” como o terceiro maior mobilizador de debate na internet no ano.Flávio Bolsonaro em evento de campanha; candidato do PL foi alvo de fake news sobre Nossa Senhora Aparecida Foto: DivulgaçãoA controvérsia sobre a padroeira só não teve mais repercussão nas primeiras 24 horas desde que ganhou as redes, de acordo com o IDX, do que as publicações sobre o embate entre os ministro André Mendonça e Alexandre de Moraes, no Supremo Tribunal Federal (STF), em 1º. de setembro, após o furo do Estadão sobre o caso Master, e sobre os áudios trocados por Flávio Bolsonaro com o banqueiro Daniel Vorcaro trat
- consultadaautoridade 80/100"Deepfakes" de famosos fazem campanha para Lula e Flávio nas eleições de 2026
UOL Confere · publicado 24 de set. de 2026 · capturado 10 de out. de 2026
... É comum que figuras públicas se posicionem politicamente em época de eleições. Em 2026, <strong>Caetano de fato integrou o elenco de um material de campanha de Lula, em que vários famosos dizem "Bora, Lula!".</strong>
- consultadaautoridade 80/100PF não encontrou 'fábrica de fake news' pró-Flávio em Diadema | G1
Fato ou Fake (g1) · publicado 21 de ago. de 2026 · capturado 10 de out. de 2026
Diferentemente de outros modelos que geram deepfakes a partir de materiais reais, a IA do Google é capaz de produzir, inclusive, cenas hiper-realistas do zero, ou seja, sem a referência de algo verdadeiro publicado anteriormente.DecopyAI — "99% de probabilidade de ter sido gerada por IA". Diagnóstico do SynthID — Foto: g1 Diagnóstico do DecopyAI — Foto: g1 PF não deflagrou operação contra 'fábrica de fake news' — Foto: g1 Veja também É #FAKE vídeo de Drauzio Varella recomendando tratamento para disfunção erétil VÍDEOS: Os mais vistos agora no g1 Agora no g1 Facebook Flávio Bolsonaro Lula PL PT TikTok Ops!
- contextoautoridade 80/100PL das Fake News: entenda o que diz o projeto que criminaliza divulgação de notícias falsas na internet | G1
Fato ou Fake (g1) · capturado 10 de out. de 2026
Uma homenagem do grupo ativista Avaaz às 35 vítimas de ataques a escolas em todo o país desde 2012. A organização é uma das 16 entidades internacionais que divulgaram nesta terça-feira (2) um comunicado em defesa do Projeto de Lei das Fake News. Segundo as entidades, ele pode servir de base para uma internet mais democrática, segura e saudável. Na manhã desta terça (2), o projeto foi um dos temas da reunião do presidente Lula com o presidente da Câmara, o deputado Arthur Lira (Progressistas), no Palácio da Alvorada.
- consultadaautoridade 80/100TSE não determinou dias diferentes para eleitores do Flávio e do Lula votarem
UOL Confere · publicado 04 de out. de 2026 · capturado 10 de out. de 2026
<strong>O áudio afirma que o TSE alterou as eleições deste ano</strong>: "Para evitar constrangimentos entre PT e PL, esquerda e direita, Flávio e Lula, esse domingo o TSE mudou as eleições.
- consultadaautoridade 35/100Eleição presidencial no Brasil em 2026 – Wikipédia, a enciclopédia livre
pt.wikipedia.org · publicado 10 de out. de 2026 · capturado 10 de out. de 2026
<strong>Lula</strong> passou a publicar vídeos nas redes sociais fazendo exercícios físicos, com <strong>o</strong> objetivo de demonstrar que está apto para exercer mais um mandato. <strong>O</strong> candidato Renan Santos (MISSÃO) acionou <strong>o</strong> <strong>TSE</strong> para investigar interferência estrangeira nas <strong>eleições</strong>, acompanhado da <strong>campanha</strong> do presidente ...
- consultadaautoridade 35/100Lula cita fake news, IA e algoritmos como risco às eleições de 2026
poder360.com.br · publicado 02 de fev. de 2026 · capturado 10 de out. de 2026
Leia os principais riscos às eleições apontados por Lula: abuso de poder econômico – uso de recursos financeiros para interferir no resultado do pleito; fake news – disseminação coordenada de informações falsas para manipular a opinião pública;
- contextoautoridade 35/100PT deflagra onda digital de Fake News para derrotar Flávio
gazetadopovo.com.br · publicado 10 de out. de 2026 · capturado 10 de out. de 2026
Nesse ambiente, <strong>a equipe de Flávio identificou uma “onda descomunal de desinformação”.</strong> Relatórios diversos mostram mensagens espalhadas nas redes, no WhatsApp e no Telegram atribuindo ao candidato planos de privatizar o SUS, extinguir ...
- consultadaautoridade 35/100Combata Fake News - Lula
lula.com.br · capturado 10 de out. de 2026
Boatos sobre o presidente Lula que circulam nas redes sociais e Whatsapp. Não permita que a notícias falsas se espalhem. Compartilhe a verdade.
- consultadaautoridade 35/100A que serve a fake news de Lauro Jardim de que Vorcaro bancou filmes de Lula e Temer - Revista Fórum
revistaforum.com.br · publicado 14 de mai. de 2026 · capturado 10 de out. de 2026
Mais tarde, a Secom informou que não houve qualquer pedido do governo Lula para financiar o documentário dirigido por Oliver Stone. Ou seja: a manchete continuava afirmando algo que o próprio texto já não conseguia sustentar. Ou seja, não se trata apenas de um erro jornalístico. Trata-se do papel político que uma informação sem checagem desempenha no atual ambiente digital. Uma manchete publicada por um grande veículo ganha instantaneamente status de verdade e passa a abastecer redes de desinformação organizadas.
- contextoautoridade 35/100Flávio denuncia rede de 1,5 mil perfis pró-Lula ao TSE | SBT News
sbtnews.sbt.com.br · publicado 09 de out. de 2026 · capturado 10 de out. de 2026
Na ação, <strong>a defesa de Flávio argumenta que o problema não é a utilização da ferramenta de coautoria, mas a suposta divulgação coordenada de conteúdos enganosos</strong>. “Em si, a ferramenta é lícita, e o Investigante não pretende o contrário.
- consultadaautoridade 35/100Projeto de Lei prevê multa e prisão para quem cria e compartilha fake news | Capricho
capricho.abril.com.br · publicado 09 de jun. de 2026 · capturado 10 de out. de 2026
Caso o beneficiamento da pessoa com a proliferação de fake news seja comprovado, a <strong>PL 2389/20 prevê detenção de 2 a 4 anos</strong>. A pena pode aumentar para até 10 anos caso o autor da notícia falsa seja o líder ou coordene um grupo responsável ...
- consultadaautoridade 35/100PL das Fake News: os 10 pontos principais para entender o projeto de lei | Politize!
politize.com.br · publicado 12 de jun. de 2025 · capturado 10 de out. de 2026
Para aqueles que promoverem ou financiarem a divulgação em massa de notícias falsas, <strong>poderá ser aplicada a pena de um a três anos de prisão e pagamento de multa</strong>.
- consultadaautoridade 35/100O PL 3.813/21 e a tipificação penal das fake news - Consultor Jurídico
conjur.com.br · publicado 25 de mai. de 2026 · capturado 10 de out. de 2026
Elegendo objetivamente essas três áreas sensíveis, o legislador dá um passo a mais e acrescenta ao tipo penal tipo penal a conjunção “ou a outro interesse público relevante”, o que ao nosso ver possibilita ao julgador ultrapassar as áreas da saúde, economia ou segurança pública anteriormente eleitas, podendo estender a tipificação penal a qualquer fato relacionado a divulgação dolosa de notícia sabidamente falsa, criando uma ampla possibilidade de análise subjetiva quanto ao que seria interesse público relevante.
- consultadaautoridade 35/100Polícia Federal não fechou fábrica de notícias falsas a favor de Flávio Bolsonaro | Checamos
checamos.afp.com · publicado 06 de ago. de 2026 · capturado 10 de out. de 2026
Em nota à AFP, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo informou que, até 4 de agosto de 2026, <strong>as investigações do SIG de Diadema não identificaram a participação do grupo na produção de notícias falsas politicamente enviesadas</strong>:
- consultadaautoridade 35/100Urnas eletrônicas voltam a ser alvo de desinformação em 2026; veja o que já checamos • Lupa
agencialupa.org · publicado 04 de out. de 2026 · capturado 10 de out. de 2026
O processo inicia meses antes das eleições, com testes públicos que verificam possíveis vulnerabilidades nos softwares de votação, nos componentes físicos das urnas e nos sistemas utilizados para a transmissão dos resultados à Justiça Eleitoral.Veja, abaixo, alguns dos conteúdos desinformativos sobre urnas eletrônicas e o TSE verificados pela Lupa em 2025 e 2026. Verificações 2026 Hackers não invadiram urnas eletrônicas 35 vezes durante teste do TSE Vídeo tira de contexto fala de Moraes sobre “sala escura” do TSE É falso que o TSE anunciou novas urnas eletrônicas para eleições de 2026Chips taiwaneses usados nas urnas eletrônicas não permitem alterar resultados das eleições Site da Smartmatic não desmente TSE sobre compra de urnas eletrônicas TSE não cancelou eleições de 2026 nem identificou fraude em 2 mil urnasVídeo engana ao dizer que TSE “faz o favor de sumir com o voto” nas eleições
- contextoautoridade 35/100Flávio vai ao TSE contra rede pró-Lula no Instagram
poder360.com.br · publicado 09 de out. de 2026 · capturado 10 de out. de 2026
Ação pede cassação da chapa petista e bloqueio de 32 perfis por espalhar desinformação com ferramenta de “collab” O pedido da campanha de Flávio (à esq.), atribui à equipe de Lula (à dir.) a prática de uma "campanha do medo" PODER360 8.out.2026 (quinta-feira) - 23h33 A campanha do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) protocolou, nesta 5ª feira (8.out.2026), uma ação de investigação judicial eleitoral no Tribunal Superior Eleitoral contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o vice Geraldo Alckmin (PSB). Leia íntegra (PDF – 7 MB). A ação pede a cassação do registro da chapa Lula-Alckmin.
- contextoautoridade 35/100Campanha de Flávio envia desinformação para eleitor espalhar no WhatsApp
bol.uol.com.br · publicado 03 de out. de 2026 · capturado 10 de out. de 2026
<strong>Com cerca de 900 membros em cada grupo, estima-se que as desinformações atingiram cerca de 810 mil pessoas</strong>. Os conteúdos enviados ainda eram acompanhados por uma chamada de ação para impulsionar seu compartilhamento.
- contextoautoridade 35/100Plataforma ligada à campanha de Flávio Bolsonaro enviou desinformação em grupos de WhatsApp
diariodocentrodomundo.com.br · publicado 03 de out. de 2026 · capturado 10 de out. de 2026
Direita Já, plataforma digital do PL, compartilhou ao menos dez conteúdos desinformativosImagem: Reprodução A plataforma Direita Já, ligada ao PL e usada pela campanha de Flávio Bolsonaro (PL), enviou ao menos dez conteúdos desinformativos contra o presidente Lula (PT) a grupos de WhatsApp e pediu que eleitores os compartilhassem. A divulgação de informações sabidamente falsas sobre candidatos durante a campanha é proibida pela legislação eleitoral. Com informações de UOL.
- contextoautoridade 35/100Flávio aciona TSE contra “campanha do medo” com fake news em massa pró-Lula | Blogs | CNN Brasil
cnnbrasil.com.br · publicado 09 de out. de 2026 · capturado 10 de out. de 2026
As publicações falam, por exemplo, que Flávio Bolsonaro iria privatizar o SUS (Sistema Único de Saúde), acabar com o Bolsa Família, extinguir o 13º, fazer cortes no programa Farmácia Popular, congelar aposentadorias, dar um golpe de Estado e implementar uma ditadura, impor uma jornada de trabalho de 16 horas por dia e uma escala de “7x0” e que a interferência dos Estados Unidos na eleição brasileira é um fato consumado. Leia Mais:Datafolha: 25% dos eleitores de Flávio votam para derrotar LulaMoraes é violador de direitos humanos, diz Flávio sobre decisão de EduardoDatafolha: Flávio tem 52% dos votos válidos no 2º turno; Lula, 48% A petição de 196 páginas foi dirigida à Corregedoria-Geral da Justiça Eleitoral e pede, em caráter liminar a suspensão de 32 perfis apontados como "núcleos de produção de desinformação". "Esta ação não trata de uma publicação infeliz, de uma crítica áspera ou de
- contextoautoridade 35/100Tropa online pró-Lula acende alerta na campanha de Flávio - 09/10/2026 - Política - Folha
www1.folha.uol.com.br · publicado 09 de out. de 2026 · capturado 10 de out. de 2026
Em outra frente, a equipe jurídica do candidato acionou o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) dizendo que <strong>o senador é vítima de 16 grupos organizados "para espalhar conteúdo falso e descontextualizado".</strong>
- contextoautoridade 35/100Das urnas às deepfakes: as principais fake news que abrem o segundo turno das Eleições 2026
gazetadoparana.com.br · publicado 07 de out. de 2026 · capturado 10 de out. de 2026
<strong>Falha na divulgação da apuração, suposta fraude eleitoral, vídeos manipulados de Lula e Flávio Bolsonaro e até contas enganosas sobre votos no Senado estão entre os conteúdos falsos</strong> que ganharam espaço nas redes e em grupos de mensagens ...
- confirmaautoridade 35/100Apoiadores de Lula, influenciadores de esquerda repetem bolsonaristas e propagam fake news nas redes sociais; veja quais
oglobo.globo.com · capturado 10 de out. de 2026
Vídeos com títulos apelativos, ... são o carro-chefe de desinformação adotado por <strong>influenciadores de esquerda numa batalha virtual em apoio ao governo Lula</strong>....
- confirmaautoridade 35/100Campanhas não hesitam em abraçar as fake news favoráveis - 28/09/2026 - Hélio Schwartsman - Folha
www1.folha.uol.com.br · publicado 28 de set. de 2026 · capturado 10 de out. de 2026
Algo parecido vale para a desinformação eleitoral. O bolsonarismo, que se esmerou em espalhar notícias falsas sobre o kit gay na campanha de 2018 e sobre o fechamento de igrejas por Lula em 2022, correu para o TSE para pedir a derrubada de postagens, turbinadas pelo lulismo, que falam de uma suposta intenção de Flávio Bolsonaro de cassar o estatuto de Nossa Senhora Aparecida de santa padroeira do Brasil.
- consultadaautoridade 35/100Estes são os pontos-chave para entender as eleições de 2026 - Nexo Jornal
nexojornal.com.br · publicado 05 de out. de 2026 · capturado 10 de out. de 2026
Lula e Flávio Bolsonaro chegam ao dia do primeiro turno em disputa acirrada. Campanha foi marcada por escândalos de corrupção e crise do Supremo Tribunal Federal que relegou o pleito ao segundo plano
- consultadaautoridade 35/100Eleições 2026 | TV Sim Brasil
tvsimbrasil.com.br · capturado 10 de out. de 2026
Campanha de reeleição acusa candidato do PL de abuso econômico na Festa do Peão de Barretos30/08/2026, 22:18 · <strong>Coligação de Lula levou o caso ao TSE após encontrar quase o triplo de contas fora do filtro do X</strong>29/08/2026, 07:40 · Fato ...
- consultadaautoridade 35/100Eleições 2026: verdades e mentiras sobre o processo eleitoral | Fast Company Brasil
fastcompanybrasil.com · publicado 08 de out. de 2026 · capturado 10 de out. de 2026
Para ajudar os eleitores, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mantém a plataforma “Fato ou Boato”, que <strong>reúne checagens, conteúdos educativos e informações verificadas sobre as eleições</strong>.
- contextoautoridade 35/100Mobilização online pró-Lula liga alerta na campanha de Flávio Bolsonaro, que contra-ataca | Política | Valor Econômico
valor.globo.com · publicado 10 de out. de 2026 · capturado 10 de out. de 2026
A mudança no tom do lado petista ... coordenador político da campanha de Flávio, Rogério Marinho (PL-RN), <strong>afirmaram haver uma "fábrica de fake news".</strong>...
- contextoautoridade 35/100Flávio acusa campanha de Lula de fake news e pede bloqueio de perfis
congressoemfoco.com.br · publicado 09 de out. de 2026 · capturado 10 de out. de 2026
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o presidente Lula (PT) e o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), acusando a campanha adversária de participar de uma rede de desinformação com 1.525 perfis no Instagram.
- contextoautoridade 35/100PL mobiliza influenciadores que usam fake para derrubar "Exército do Lula"
em.com.br · publicado 07 de out. de 2026 · capturado 10 de out. de 2026
<strong>A comunicação do Partido Liberal (PL) organizou uma ação coordenada com influenciadores de direita, nesta terça-feira (6), para tentar derrubar um canal no WhatsApp</strong>. Criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG), o espaço mobiliza ...
- contextoautoridade 35/100Mobilização online pró-Lula avança e liga alerta na campanha de Flávio Bolsonaro
iclnoticias.com.br · publicado 10 de out. de 2026 · capturado 10 de out. de 2026
Em outra frente, a equipe jurídica do candidato acionou o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) dizendo que o senador é vítima de 16 grupos organizados “para espalhar conteúdo falso e descontextualizado”. Os advogados afirmam haver um “desespero pós-primeiro turno”, “derrame de desinformação nas redes” e “necessidade de punição exemplar e de contenção da máquina de ódio”.
- contextoautoridade 35/100Flávio aciona TSE por suposta rede de desinformação ligada a perfil de Lula
metropoles.com · publicado 09 de out. de 2026 · capturado 10 de out. de 2026
O documento, que tem quase 200 páginas, foi protocolado há 18 dias da votação de segundo turno das Eleições de 2026.Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles ... Segundo levantamento apresentado pela defesa de Flávio Bolsonaro, foram identificados 1.525 perfis interligados por 5.882 coautorias no Instagram, organizados em 16 grupos. Entre 5 e 7 de outubro, a rede teria publicado 2.856 conteúdos favoráveis à reeleição de Lula, dos quais 2.101 foram assinados em conjunto por diferentes perfis.
Propagação
Possível cadeia de replicação em ordem temporal — semelhança temporal não implica causalidade.
- 1SITEpoder360.com.br09 de out. de 2026
Perguntas frequentes
- É verdade que um grupo estaria produzindo desinformação para favorecer a campanha de Lula em 2026?
- Verdadeiro. Não foi possível confirmar nem refutar a alegação. Há uma ação da campanha de Flávio Bolsonaro no TSE e acusações nos dois sentidos, mas nenhuma decisão ou fonte primária identifica um grupo pró-Lula produzindo falsidades de forma deliberada.
- Quais evidências sustentam essa conclusão?
- A análise comparou a alegação com 43 fonte(s), entre elas: TSE — Tribunal Superior Eleitoral, TSE — Tribunal Superior Eleitoral, TSE — Tribunal Superior Eleitoral, Câmara dos Deputados, Câmara dos Deputados. Acusação sobre a produção de desinformação pró-Lula: as páginas do TSE (tse.jus.br e temasselecionados.tse.jus.br) são fontes primárias. Elas descrevem canais de denúncia e decisões sobre desinformação, mas não identificam autoria pró-Lula. Poder360 (poder360.com.br), CNN Brasil (cnnbrasil.com.br), Folha (www1.folha.uol.com.br) e Valor (valor.globo.com) relatam que a campanha de Flávio Bolsonaro acionou o TSE contra 32 perfis e 16 grupos supostamente pró-Lula. Isso confirma que a acusação foi apresentada, mas não que seja procedente. Nas evidências listadas, não há decisão do TSE sobre o caso. Uma coluna de Hélio Schwartsman na Folha e uma reportagem de O Globo (oglobo.globo.com, 2024) indicam que apoiadores ou influenciadores pró-Lula já compartilharam conteúdos enganosos. São fontes secundárias e não comprovam a existência de um grupo organizado. O Estadão (estadao.com.br) trata como falso o conteúdo viral sobre Nossa Senhora Aparecida. Sentido oposto e contexto: UOL (bol.uol.com.br) e Diário do Centro do Mundo (diariodocentrodomundo.com.br) relatam desinformação contra Lula distribuída por plataforma ligada à campanha de Flávio. O jornal Estado de Minas (em.com.br) relata que o PL mobiliza influenciadores. Isso indica acusações recíprocas, sem confirmar nem refutar a alegação analisada. O texto da Gazeta do Povo (gazetadopovo.com.br) é opinativo e reproduz a versão da campanha de Flávio. Acusação sobre o "mesmo grupo" que defendia prisão: a Câmara dos Deputados (camara.leg.br) mostra que existem dezenas de propostas para combater ou criminalizar notícias falsas. Ela não indica um grupo único nem seus autores, então a premissa de que "o mesmo grupo" defendia prisão não está sustentada. As páginas do TSE sobre 2022 tratam de conteúdos falsos contra Lula e não reconhecem produção de desinformação pela campanha dele. Na AIJE, o argumento de que a coligação usou conteúdo patrocinado para desmentir desinformação é da defesa, não conclusão do tribunal. Cenário apocalíptico: trata-se de percepção ou opinião sobre o que as pessoas acreditam, não de fato verificável, e por isso não foi classificada.
- Como o FatoScan chegou a essa conclusão?
- As afirmações sobre um grupo que produziria desinformação pró-Lula foram comparadas com páginas e decisões do TSE (tse.jus.br e temasselecionados.tse.jus.br), com materiais da Câmara dos Deputados (camara.leg.br) e com reportagens e colunas da imprensa. As fontes do TSE e da Câmara são primárias para o tema, mas não identificam o grupo citado nem comprovam a conduta atribuída a ele. As reportagens sobre a ação de Flávio Bolsonaro no TSE comprovam que a acusação foi feita, mas acusação não é evidência de que seja verdadeira, e não há decisão sobre o caso. Também há relatos de desinformação em sentido contrário, o que indica que o problema aparece nos dois campos, sem resolver a questão. Além disso, "as mentiras mais absurdas" é uma qualificação subjetiva e o "grupo" não está identificado. Por isso, dentro da metodologia versão 2026.1, as duas alegações verificáveis foram classificadas como não comprovadas e o resultado geral ficou inconclusivo. A terceira alegação foi considerada não classificável como fato.
- Quais são as limitações desta verificação?
- Não há decisão do TSE sobre a ação da campanha de Flávio Bolsonaro nas evidências analisadas. Não foi possível identificar o "grupo" citado nem verificar quem defendia a prisão por fake news. Não foi possível aferir o que "muitas pessoas" acreditam. Parte das fontes é jornalística ou opinativa, e algumas reproduzem a versão de uma das partes. Novas decisões ou perícias podem alterar a conclusão. As evidências disponíveis não permitem identificar o 'grupo' citado nem aferir o conteúdo das publicações apontadas. A ação eleitoral de Flávio Bolsonaro, protocolada em 8/10/2026, não tinha decisão de mérito nas fontes consultadas. Os excertos do TSE não vinculam desinformação pró-Lula a nenhum grupo específico. Não foi possível confirmar nos dados a fala atribuída a Renata Barreto.
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